Atitude – Faça algo por você mesmo neste Ano Novo!

2 01 2012

“Quando você parar de perseguir as coisas erradas você dará chance

para que as coisas certas te alcancem.”

“Ano Novo, Vida Nova”. Muitos tem esta frase na ponta da língua neste período, poucos fazer disso uma realidade. Procuramos focar em grandes mudanças porém são coisas simples que fazem grandes transformações. O que cada um de nós pode fazer para mudar significativamente nossa vida?

Aqui estão algumas idéias para você começar:

  1. Gaste o seu tempo pessoas que te fazem bem. – A vida é muito curta para passar tempo com pessoas que sugam nossa felicidade. Quantas pessoas são realmente essenciais em sua vida, e na vida de quantos você é essencial? Faça uma lista e passe o seu tempo livre com elas.
  2. Encare de frente os seus problemas. –  Não, realmente não é fácil. Gosto deste pensamento “…ninguém vai bater tão duro como a vida. Mas não se trata de bater duro, se trata de quanto você agüenta apanhar e seguir em frente, o quanto você é capaz de agüentar e continuar tentando. É assim que se consegue vencer.” (Rocky Balboa) Recuar, nunca, só se for para pegar impulso.
  3. Seja verdadeiro para si mesmo. – Você pode mentir para qualquer outra pessoa no mundo, mas você não pode mentir para si mesmo.
  4. Ponha as suas próprias necessidades em primeiro plano. – A coisa mais dolorosa é abrir mão de coisas que são importante para nós e perceber que não valeu a pena. Podemos sim ajudar os outros, mas sem deixar de abrir mão de nossas prioridades.
  5. Seja você mesmo. – Um dos maiores desafios na vida é ser você mesmo em um mundo que força você a ser igual a todos. Sempre vai existir alguém mais bonito, alguém sempre vai existir alguém mais esperto, mais jovem. Não mude a sua maneira de ser somente para agradar os outros. Seja você mesmo e as pessoas certas vão gostar do verdadeiro você.
  6. Olhe para o futuro e pare de tentar se agarrar ao passado. – Você não pode iniciar o próximo capítulo da sua vida se você mantiver apegado a  seu passado.
  7. Confie no teu “taco” e pare de viver com medo errar. – Fazer alguma coisa errada é pelo menos dez vezes mais produtivo do que não fazer nada. Todo sucesso tem uma trilha de falhas por trás dele, e cada fracasso um caminho para o sucesso. Um dia você irá se lamentar das coisas que você não fez muito mais do que as coisas que você fez.
  8. Aprenda com os erros do passado – Podemos amar a pessoa errada e chorar sobre as coisas erradas, mas não importa como as coisas dão errado, uma coisa é certa, os erros nos ajudam a encontrar a pessoa e as coisas boas que foram feitas para nós. Todos nós cometemos erros, temos lutas, e até mesmo podemos nos arrepender de algumas coisas do nosso passado. Mas você não é seus erros, você não é suas lutas, e você está aqui agora com o poder para moldar o seu futuro. Cada coisa que já aconteceu em sua vida foi para prepará-lo para um momento que ainda está por vir.
  9. Seja proativo e pare de ser ocioso. – Avalie as situações e tome medidas decisivas. Você não pode mudar aquilo que você se recusa a enfrentar. Todo progresso envolve riscos. Ponto final!
  10. Agora é o “Seu” momento” – Pare de pensar que você não está pronto. – Ninguém se sente 100% pronto quando a oportunidade surge. Porque as grandes oportunidades da vida nos forçam a crescer além de nossas zonas de conforto, isso que significa que não vai se sentir totalmente confortável no início.
  11. Escolha seus relacionamentos com cuidado – É melhor estar sozinho do que estar em má companhia. Não há necessidade de pressa. Se algo é para ser, isso vai acontecer – no momento certo, com a pessoa certa. Apaixone-se quando estiver pronto, não quando você estiver sozinho.
  12. Perdoe. – Viva a vida sem ódio em seu coração. Você vai acabar prejudicando a si mesmo mais do que as pessoas que você odeia. O perdão não está dizendo: “Tudo bem com o que você fez para mim.” O perdão significa: “Eu não vou deixar o que você fez estragar a minha felicidade para sempre.” O perdão é a resposta … desapegar, deixar ir embora, encontrar a paz, libertar-se! E lembre sempre, o perdão não é só para outras pessoas, é para você também.
  13. Faça pausas no que você está fazendo. – Tome um tempo para respirar profundamente quando você não tem tempo para isso. Se você continuar fazendo o que você está fazendo, você vai continuar obtendo os mesmos resultados. Às vezes é importante distanciar-se para ver as coisas claramente.
  14. Assuma a responsabilidade por tudo o que acontece com você. – A sua capacidade de poder realizar seus sonhos depende da sua capacidade de a responsabilidade por sua vida. Quando você culpa os outros pelo que você está passando, você nega responsabilidade – você dá aos outros o poder de decisão em sua vida.
  15. Agradeça por tudo. – Não importa o que aconteça, acorde a cada dia grato por sua vida. Em vez de pensar sobre o que está faltando, tente pensar sobre o que você tem que todo mundo está em falta.

Marlus M. Marconcin – Coach de Saúde

All rights reserved ©





Dicas úteis para quem está com uma doença ou uma dor crônica.

13 12 2011

Quando alguém está com uma condição crônica, seja uma doença ou algum tipo de dor, ela é invadida por uma sensação de impotência, principalmente quando os recursos da medicina se esgotaram. Acredito que uma atitude positiva é um fator determinante para a melhora e, até mesmo, a cura de qualquer enfermidade.  Aqui estão algumas dicas que poderão auxiliar a qualquer pessoa com esse tipo de problema.

1. Sua condição física não define quem você é.

O “Diabético”, “Cardiopata”, “Asmático”, muitos incorporam as doenças à sua identidade. Ninguém é uma doença. Um ser humano é muito mais do que as coisas que ele pode ou não pode fazer. Nós somos muito mais que a nossa capacidade de dar e receber amor. Somos mais que nossos interesses ou paixões. Nós  também somos mais que nossos papéis sociais ou nossa conta bancária. Milton Ericson disse o seguinte: Não importa o que você pensa que é, você sempre é muito, mas muito mais do que isso.

2. Qualquer condição crônica pode melhorar e piorar.

Quando estamos vivendo um dia bom, dificilmente conseguimos imaginar como que era estar tão doente. Infelizmente, esta regra tende a funcionar em sentido inverso, também, quando estamos num dia ruim, não conseguimos imaginar como seria estar bem. Faça um favor para você mesmo. Quando estiver num bom dia, escreva uma carta para você mesmo no futuro, aquele que estará vivendo um dia ruim. Descreva com riqueza de detalhes o que é viver um bom dia e como você se sente bem.  Relembre você mesmo que dias bons, ou pelo menos dias não tão ruins, existem e podem acontecer novamente. Imprima esta carta e coloque em algum lugar onde você pode facilmente encontrá-la, não importa quão doente ou estressado você pode sentir.

3. Acredite que não há nada no mundo que é universalmente bom ou ruim.

Mesmo a melhor coisa no mundo pode ter um ou dois aspectos negativos. E até mesmo a mais terrível tragédia que se possa imaginar pode conter algo muito bom dentro dela. Quantas coisas boas saíram de seus desafios? Eu garanto que você vai encontrar mais de uma coisa boa de uma situação ruim.

4. Ouça e honre a sabedoria do seu corpo.

Nosso corpo sabe do que você somos capazes de fazer. Nosso cérebro é inteligente o suficiente para nos proteger principalmente de nós mesmos. De vez em quando, pare por alguns instantes, fique quieto e ouça atentamente o que seu corpo e sua mente tem a lhe dizer. Confie em sua intuição.

5. Mudar seu foco.

Se as coisas parecem assustadores e ou esmagadora, mude o seu foco, pense diferente, faça algo diferente. Num dia ruim, é fácil colocar a nossa mente numa espiral de cenários hipotéticos e previsões catastróficas. Você pode se concentrar no que está dando certo em cada momento, perceba a suavidade das folhas, o calor do sol através da janela, o bem estar que vem de respirar calmamente e tomar fôlego-lo. Congele-se neste momento no tempo.

Estas são algumas estratégias de comportamento muito simples e eficientes. Experimente e veja se dá certo.





Por que é tão difícil parar de fumar?

29 11 2011

Muitos ex-fumantes dizem que parar de fumar foi a coisa mais difícil que já fizeram. Quando um fumante diz que se sente dependente do cigarro,  então provavelmente ele está dependente da nicotina. A nicotina está presente todos os produtos do tabaco. Faz a pessoa se sentir calma e satisfeita. Ao mesmo tempo, ela se sente mais alerta e focada. Quanto mais ela fuma, mais nicotina que precisa para sentir-se bem. Logo, ela não se sente “normal” sem a nicotina. Pode demorar algum tempo para se libertar da dependência da nicotina. Portanto, é importante não desistir cedo demais e ter a certeza de que ela vai poder se sentir bem novamente.

Deixar de fumar é também difícil porque o tabagismo está presente em boa parte da vida do fumante. Ele gosta de segurar cigarros e soprar brincando com a fumaça. A pessoa pode fumar quando está estressada, entediada ou irritada. Depois de meses e anos de tabagismo, o fumo torna-se parte da rotina diária da pessoa. O fumante acende o cigarro por puro hábito, sem sequer pensar nisso.

Fumar combina com alguns hábitos muito comuns. O fumante pode acender o cigarro automaticamente quando:

  • Toma café, vinho, ou cerveja
  • Está falando no telefone
  • Quando está dirigindo
  • Estar com outros fumantes

O fumante pode até se sentir desconfortável, não fumando em locais ou em situações onde normalmente ele tem um cigarro. Estes momentos são chamados de “gatilhos”. Isso ocorre porque eles estimulam, ou desencadeiam, o desejo pelo cigarro. Mudar esses hábitos é a parte mais difícil de parar de fumar para alguns fumantes.

Abandonar não é fácil. É muito importante um apoio médico e psicológico. Muitas vezes a pessoa tenta várias vezes até conseguir. Mas ela aprende algo em cada tentativa. É importante ter muita força de vontade e persistência para vencer a dependência à nicotina. Vale a pena lembrar que milhões de pessoas deixaram de fumar para sempre. Então é possível para qualquer um!

 

Marlus M. Marconcin – Coach de Saúde

All rights reserved ©





Saindo da Zona de Conforto

12 05 2011

Vida profissional e saúde. Existe uma ligação entre estes dois contextos na vida de qualquer pessoa? O que fazer para evitar que uma perspectiva profissional negativa prejudique nossa vida como um todo?

Quando eu comecei minha carreira, no  início da década de 90, a medicina ainda era uma profissão almejada e segura. Naquela época, um recém formado fazia plantões noturnos e encontrava um emprego público para manter um ganho basal inicial, o tempo restante investia em seu consultório particular, local onde poderia desenvolver sua especialidade com dignidade e com tranquilidade. Com o passar do tempo a defasagem no valor das consultas obrigaram aos médicos a aumentar sua carga horária em plantões, não para ser um suporte no crescimento de sua carreira, mas por questão de sobrevivência. Os consultórios particulares começaram a esvaziar, as pessoas passaram a buscar o médico como uma espécie de ‘bombeiro’ para apagar os incêndios na sua saúde, deixando as consultas preventivas num segundo ou até terceiro plano. Como pediatra e com uma formação que sempre salientou a prevenção e a promoção da saúde, não estava muito feliz naquele momento e o futuro parecia um pouco nebuloso. Outra razão de tal escuridão foi também que eu vi colegas ao meu redor, muitos com vários anos de experiência a mais que eu, com curriculuns impecáveis, alguns até com título de mestrado, se sujeitando a trabalhar em serviços sem condições dignas de trabalho, desvalorizados e mau remunerados. O desânimo e a falta de perspectiva no futuro me levaram a uma obesidade mórbida que resultou numa obstrução de coronária que quase me matou.

A partir de um momento conclui: ’’A medicina não será a mesma que antes, é importante eu mesmo fazer algo e parar de esperar soluções da classe, de entidades. Eu sou o regente da minha vida’’.

Quando tais coisas acontecem, é sempre uma oportunidade para analisar sua formação e compreender a forma como exerce a sua profissão.

Ao pensar sobre esta mudança particular no mundo do trabalho, conclui que, para que eu pudesse conquistar uma tranqüilidade profissional, seria importante tomar as rédeas de minha vida  e não deixar que outros definissem as condições de meu trabalho. O mais importante numa carreira é ter a certeza que você poderá evoluir, ter a certeza da possibilidade de expandir suas habilidades, conhecimentos e consequentemente remuneração.

O problema é que evolução significa sair da “Zona de Conforto”.

O conforto é algo agradável quando as coisas estão indo bem. Mas a questão é: quanto tempo vai ficar assim? Num mundo em rápida evolução a sensação de conforto pode ser um perigo. Habilidades, capacidades e experiência são a garantia de sucesso na busca de oportunidades de trabalho. Mas as habilidades e capacidades não são coisas estáticas, mas dinâmicas. Num mundo em rápida evolução, é saudável que suas habilidades e competências mudem e de evoluam.  A aquisição de novas competências e desenvolvimento de novos talentos é um bem e uma necessidade.

É importante verificar de tempos em tempos, tanto na sua vida profissional como pessoal, onde você está, onde você estava e onde você quer chegar. Quando você vê que as coisas não mudam muito e que você ainda está no mesmo lugar, na mesma função, com a mesma remuneração, não enxergando nenhuma evolução no seu trabalho, provavelmente é hora de considerar partir para outro desafio.

Não faça isso apenas em sua vida profissional, mas também na sua vida pessoal, tenha hobbies, estabeleça metas para eles e persevere, a fim de alcançar seu objetivo. Em outras palavras, saia da zona de conforto e se aventure na zona de desconforto.

É interessante que este movimento para a zona de desconforto seja um processo contínuo. No início da minha carreira, eu pensava numa carreira de pediatra indo de casa para o hospital, do hospital para o consultório. Uma vida com poucos desafios. A água do meu aquário começou a ficar estagnada e a falsa estabilidade quase me matou. Hoje, como Coach de Saúde, não consigo me imaginar nesta vida estática. Busco novos desafios em todas as áreas da vida.

A minha experiência me fez chegar a algumas conclusões. Em cada evento negativo, você sempre pode aprender algo e encontrar oportunidades. É uma característica de um espírito empreendedor, é importante que você seja o empresário de sua própria vida. Mover-se para a zona de desconforto lhe dará outra oportunidade, irá contribuir para o seu auto-desenvolvimento e fortalecer o sua auto-estima. Mover-se para a sua zona de desconforto é apenas uma questão de hábito. Algo que percebi também é que quando encontramos uma estratégia eficiente num contexto de vida esta estratégia se distribui para os outros contextos incorporando em nós como um “modus operandi” generalizado.

Com isso, você vai sentir que a zona de desconforto não é tão desconfortável, muito pelo contrário é maravilhosa e nela encontramos as ferramentas que podem salvar a sua carreira e a sua vida, como salvou a minha.

Marlus M. Marconcin – Coach de Saúde
All rights reserved ©





Onde e quando começa a mudança?

2 03 2011

Muitas vezes observo pessoas que querem uma vida melhor, viver plenamente, porém ao se depararem com a importância de fazer ajustes em sua vida desistem. Para melhorar a saúde, para alcançar objetivos a mudança é necessária.

Encontrei neste blog   Idea’s space um texto muito interessante que tomei a liberdade de traduzir. Aplique isso no seu plano de vida e de saúde.

A maior parte do tempo, percebemos que as pessoas são relutantes com as mudanças, e por outro lado, elas reclamando quando nada muda. Como explicar tal paradoxo?

Quando se fala de mudança é importante considerar em primeiro lugar a questão da percepção. Como podemos perceber algumas mudanças que ocorrem lentamente? Se você observar uma árvore em seu jardim todos os dias, você provavelmente não irá ver que a árvore está crescendo, mas se você for observá-la três meses mais tarde, você vai notar que ela cresceu. A arvore cresceu, mas você notou isso de repente. A percepção da mudança é um choque, que acontece de repente.

Será que é porque a mudança não é percebida porque as pessoas não querem mudar, ou porque estão com medo de mudar? As pessoas só permitem mudar se elas percebem a necessidade de alterar ou perceber a mudança como uma oportunidade. Se eles não têm uma alternativa, uma escolha ou outra situação, eles serão motivados a mudar. Por exemplo, o desenvolvimento das tecnologias da informação tem um enorme impacto na nossa vida profissional e pessoal. Algumas pessoas são mais relutantes que outras para usá-los, porque elas acharam isso difícil. Mas num certo momento, elas serão obrigadas a usá-los, e provavelmente vão achar isso maravilhoso. Basta pensar como podemos nos comunicar pelo mundo inteiro através da Internet e e-mail, quando antes você tinha que enviar pelo correio sem ter a certeza de que o seu correspondente ia receber sua carta.

A mudança implica também a educação. Pela educação, podemos compreender mais coisas, e perceber as necessidades de mudança. Ao compreender as necessidades de mudanças e as conseqüências de mudanças, desfaz-se o medo. Mas, por educação, as pessoas podem ser afectadas pelas mudanças e tomar medidas apropriadas para enfrenta-las. Tomemos por exemplo o problema do meio ambiente. Estudos científicos mostram que se todas as pessoas ao redor do mundo vivessem seguindo os mesmos padrões que as pessoas nos países ocidentais, precisaríamos de três vezes os recursos naturais que o planeta está produzindo. Cada povo deve contribuir para reduzir o consumo de recursos mudando alguns hábitos.Poderíamos obrigar as pessoas a mudarem seu modo de viver sem atingir a sua liberdade? É difícil, claro, mas as pessoas que não alteram os seus hábitos sendo obrigadas por pessoas a mudarem seu modo de vida.

Mudança implica que primeiro temos que admitir que somos os atores de nossa própria vida, e atores do mundo em que estamos vivendo. Nós não podemos sempre esperar que a mudança virá de outras pessoas. É importante admitirmos também que é bom compartilhar o ambiente em que estamos vivendo com outras pessoas, e que é importante fazer escolhas, respeitando a comunidade. Isso implica em tomarmos decisões e assumirmos responsabilidades.

A mudança implica a quebrar os nossos hábitos, para quebrar a rotina. Esta mudança de hábitos demanda algum esforço. Mas as pessoas tem medo de fazer esses esforços. Como podemos tirar essas conclusões, se não tentarmos algo diferente, fazer as coisas de outra maneira? Para muitas coisas, primeiro temos que começar do início, fazendo coisas simples. Antes de escalar o Everest, experimentar primeiro  subir em uma cadeira! Antes de ter algum preconceito sobre grandes alterações, vamos experimentar primeiro algumas pequenas mudanças. Para conquistar um PhD em matemática pela é importante em primeiro lugar estudar noções básicas de aritmética. É como construir uma casa, colocando pedras, uma após o outra.

Podemos nos adaptar à mudança? Sim, nós podemos fazer gradualmente. Como mencionei antes, você pode aceitar as alterações passo a passo. Sempre demandará um esforço aprovar alguma mudanças, porque nós temos que mudar nossos hábitos. A mudança é como qualquer exercício, quando você está acostumado a algo, quando você tem aquilo integrado, então é mais fácil de mudar, fazendo pequenas mudanças possibilitará mudanças maiores. Ao mudar as coisas em sua vida, você se torna mais auto-confiante, mais flexível e adaptável.  Ao mudar nós ampliamos a nossa chance de enfrentar novos desafios e oportunidades.





O ponto “Crux”

29 04 2009

“Tudo é uma questão de ponto de vista. Para uma minhoca, cavar buracos no solo é mais relaxante do que ir pescar.”

Clyde Abel

O “crux” da questão

O grau de dificuldade para escalar qualquer rocha é dado por seu ponto “Crux”, aquele lugar que exige o maior foco, a maior habilidade e uma atitude positiva. Mesmo que o restante da escalada seja fácil, a classificação da dificuldade é dada pelo “Crux”, aquele ponto crucial. Quanto mais difícil é o “Crux”, mais difícil será a escalada. Depois do “Crux” fica facil terminar a escalada.

A maioria das metas ou sonhos também têm um ponto “Crux” , em especial as metas de saúde. Quem sabe este “Crux” seja aquele compromisso de iniciar um programa de atividade física ou controlar o apetite para chegar ao seu peso ideal, etc.

Quando me encontro em  alguma dificuldade em meu trabalho muitas vezes me dá vontade de dizer “travei”. Momentaneamente essa perspectiva se torna o meu foco então respiro e busco as ferramentas para sair do problema.

Então, graças a prática da escalada esportiva, me acostumei a questionar para mim mesmo, “Eu estou no ponto ‘Crux’?”. Isto me dá uma perspectiva muito mais positiva sobre as coisas. Sei que se for ali o “Crux” com certeza irei alcançar o que desejo. Quando estou no “Crux” meu objectivo é encontrar uma solução para atravessar esta dificuldade específica. Assim como em uma escalada, me concentro, focalizo a minha atenção, e eu busco com determinação os melhores movimentos que irão me ajudar a passar pela dificuldade do modo mais eficaz possível.

Portanto, da próxima vez que você se encontra paralizado, pergunte  a si mesmo, “Ah, será que estou no ‘Crux’?”. Assim, você pode tirar a sua atenção do problema como um todo e focalizar na solução do que está solicitando a sua atenção neste exato momento.

AÇÃO SUGERIDA:

Quando em sua vida você se sente como se estivesse no “Crux”? Invista alguns minutos e pense numa maneira de você atravessar este problema, se concentre e foque na solução deste problema específico. Você pode pedir a ajuda de alguém? Você poderia simplesmente “deixar rolar” e confiar que,  de alguma maneira, a solução irá aparecer? Talvez este bloqueio possa ser temporário e quando você menos espera finalmente conseguiu completar seu objetivo.

Experimente agir desta maneira nos próximos dias, e passe por cima de seus problemas. Concentre-se no momento presente, em como você irá dar o próximo o passo em direção ao sucesso.

Marlus M. Marconcin – Coach de Saúde
All rights reserved ©