A abordagem do Diabetes no processo de Coaching de Saúde

5 10 2011

Quando alguém está com diabetes, a vida pode ser um desafio. É importante ter cuidado com o que comer, monitorar o açúcar no sangue várias vezes por dia e certificar-se de tomar a medicação regularmente. Existe também a preocupação com complicações como a neuropatia, glaucoma e doenças gengivais. Tudo isso  pode levar a sentimentos de impotência e derrota. Uma processo de coaching de saúde pode dar a um diabético uma nova perspectiva e coloca-lo no controle eficaz da doença.

O Coaching de Saúde pode ser uma maneira muito eficaz para controlar o diabetes, pois uma vez a pessoa desenvolve o seu plano de bem-estar o Coach está disponível a trabalhar junto apoiando e motivando na direção correta.

Como um processo de Coaching Saúde atua com a Diabetes?

De acordo com um estudo clínico feito por Duke University , coaching de saúde aumenta a responsabilidade do paciente e os resultados clínicos.

Durante suas reuniões o Coach irá ajudar ao paciente a conectar-se com o que há de mais importante em sua vida. Isso o ajudará a definir metas realistas e ajudá-lo a melhorar sua condição.

Exemplos dessas mudanças são:

  • Dieta

Dieta é crucial para a gestão eficaz da diabetes. Há determinados alimentos que ajudam e outros que dificultam a gestão eficaz diabetes. O Coach de saúde pode ajudar no auto controle e como encontrar uma alimentação adequada.

  • Exercício e Controle de Peso

Controle de peso é outro componente crítico na gestão eficaz da diabetes. O Coach ajuda a criar um programa personalizado de atividade física e motivar a cumpri-lo.

  • Controle do Stress

Com a agitação da vida moderna, o estresse pode causar complicações ao diabetes. Um coach de saúde irá ajudar ao cliente a aprender a usar seus próprios recursos internos para manter os níveis de estresse baixo.

Quando alguém trabalha com um coach de saúde, ele recebe as ferramentas, orientação e apoio que precisa para gerir eficazmente o diabetes e alcançar seus objetivos de bem-estar.

Marlus M. Marconcin – Coach de Saúde
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A Saúde na Visão de um Coach – Conversa na Íntegra

6 09 2011

 

Graças a tecnologia o conhecimento médico atual chegou a um patamar elevadíssimo. Os métodos diagnósticos e terapêuticos possibilitam o controle de diversas doenças. Por que então a qualidade de vida e de saúde das pessoas não está melhorando? Por que a população está cada vez mais obesa, sedentária? Como que, com todo o conhecimento atual, o alcoolismo, uso de drogas e cigarro continuam crescendo de maneira absurda?

O custo alto da assistência médica e a qualidade inferior dos serviços públicos levam às pessoas a buscarem outras opções terapêuticas pouco confiáveis.

A despersonalização do atendimento médico resulta na falta de motivação em aderir aos tratamentos propostos.

Existe solução para esses problemas?

Venha participar desta Conversa na Íntegra e descobrir que você pode fazer muito mais por você mesmo.

Se você não consegue encontrar as respostas certas para seus problemas de saúde experimente mudar as perguntas.

Palestra – A Saúde na Visão de um Coach

Com Marlus M. Marconcin, Médico, Pediatra, formado pela Universidade Federal do Paraná, Master Pratictioner em Programação Neurolinguística e Terapia da Linha do Tempo, Coach de Saúde, Coach de Vida e Palestrante Motivacional.

Local:

Clínica Íntegra

Isaías Bevilaqua, 878, Mercês
Curitiba, Brasil

Dias 19 e 20 de setembro, 20 hs

Informações e incrições com Isis – 041- 33366406

As vagas são limitadas.

 

 





Um pouco da minha história – “Conversa com SuKardosh”

29 08 2011

Nesta entrevista você pode conhecer um pouco da minha história como Coach de Saúde e como isso modificou positivamente a minha vida.

É uma prévia da Palestra – “A Saúde na Visão de um Coach” – que será realizada em setembro de 2011.

 

 

 





“As 7 Perguntas da Plenitude”

10 08 2011

Chamamos o processo de coaching como a “Arte de fazer perguntas”. Por que razão as perguntas são importantes? O que acontece quando existe o questionamento inteligente?

Gostaria que você analisasse junto comigo um aspecto importante no desenvolvimento do conhecimento humano. Hoje temos soluções para os principais desafios da vida. Você parou para pensar em como estas soluções surgiram? O que fez com que gênios da física, química, medicina realizassem suas descobertas?

Muito simples. Eles souberam, em primeiro lugar, fazer perguntas inteligentes e desafiadoras. Santos Dumont talvez se perguntou: “O que eu poderei fazer para voar como um pássaro?” Gran Bell pode ter se perguntado: “Gostaria de me comunicar de forma rápida e clara com alguém muito distante. Como isso pode se tornar realidade? Tomas Edson talvez se questionou: “Esta vela não ilumina o suficiente para eu ler à noite. Como eu poderia reproduzir a luz do dia, dentro de minha casa e poder ler confortavelmente à noite?”

Uma resposta inteligente e desafiadora sempre vem de uma pergunta inteligente e desafiadora. São as perguntas que transformam o mundo e o ser humano. Uma vida de superação é resultado das perguntas que motivaram esta superação.

Os maiores sábios da humanidade respondiam às perguntas de seus discípulos com outra pergunta. A história de Jesus está repleta de exemplos assim.

Nosso cérebro sempre irá responder de alguma maneira uma pergunta. Não importa se ele saiba ou não a resposta correta. Porém antes de concluir que a resposta não existe a mente vai sempre fazer a busca por ela. Funciona da seguinte maneira: Uma pergunta estimula o nosso pensamento, que por sua vez é um gatilho para uma emoção, a emoção produz uma ação e a ação promove um resultado.

Então um resultado, a solução de um desafio, sempre vem como resposta a uma pergunta.

Vou deixar com você uma sugestão interessante e eficaz para ajudar a resolver qualquer coisa em sua vida. Eu chamo de as “As 7 Perguntas da Plenitude”. Gosto do número 7, é o número que representa a plenitude. Por isso são somente 7 perguntas poderosas que trarão 7 respostas poderosas.

1. Qual é o real desafio que eu superar neste momento?

Esta pergunta é importante para você se localizar. Algumas vezes as pessoas nem sabem o que resolver e se perdem na busca de soluções. É muito importante definir em primeiro lugar onde você está.

2. Que resultado eu quero obter?

Após definir onde você está é bom que você estabeleça onde quer chegar. Um caminho, uma rota é estabelecida quando temos esses dois pontos bem claros.

3. O que eu irei ganhar quando resolver este desafio?

Busque sempre uma motivação positiva para chegar a um resultado. Isso irá estimular o seu empenho nas ações.

4. O que eu irei perder quando resolver este desafio?

É importante verificar os riscos, e se existem aspectos negativos envolvidos, quais serão os efeitos colaterais. Se identificados procure encontrar uma maneira de minimizar as perdas.

5. Quem esteve numa situação semelhante e o que ele fez?

Antes de quebrar a cabeça e perder tempo na busca de uma solução. Pesquise se já não existe algo pronto e eficiente. A grande maioria dos desafios ou já foram resolvidos ou uma parte da solução já está descoberta.

6. O que este problema me impede de alcançar, fazer ou conquistar?

Esta é uma pergunta muito interessante, ela expande os limites e minimiza o problema. Aqui você descobre o real motivo deste desafio existir em sua vida..

7. E agora, o que eu irei fazer efetivamente para conquistar meu objetivo?

Finalmente você tem condições de colocar nas suas mãos a responsabilidade para solucionar o desafio. A solução irá acontecer se você fizer algo para isso. Aqui você foca na ação.

Simples, não é? Vamos ver um exemplo?

Digamos que você está com dor no peito e falta de ar, é fumante e seu cardiologista diagnosticou um risco cardíaco e recomendou a você libertar-se deste hábito.

1. Qual é o real desafio que eu superar neste momento?

Posso desenvolver uma doença cardíaca e o tabagismo irá agravar ainda mais esta condição e colocar em risco a minha vida.

2. Que resultado eu quero obter?

Me libertar do cigarro e viver de maneira tranqüila e saudável.

3. O que eu irei ganhar quando resolver este desafio?

Disposição e energia para fazer exercícios, as pessoas irão gostar de ficar mais tempo comigo pois o cheiro do cigarro não estará presente, irei poder sentir o real sabor dos alimentos, irei dormir melhor.

4. O que eu irei perder quando resolver este desafio?

O cigarro me proporciona prazer, porém este prazer será substituído por outros prazeres e sensações que o cigarro me impede de alcançar.

5. Quem esteve numa situação semelhante e o que ele fez?

Tenho um amigo que conseguiu. Ele tomou a decisão de maneira firme e buscou ajuda profissional de um Coach de Saúde para dar apoio e orientação.

6. O que este problema me impede de alcançar, fazer ou conquistar?

O cigarro me impede de viver a vida de maneira plena. Se eu continuar este hábito irá me impedir de viver. *Obs: Então qual o real motivo para o desafio existir? Neste caso é viver. Nada é mais importante que a vida

7. E agora, o que eu irei fazer efetivamente para conquistar meu objetivo?

Primeiro irei jogar fora todas as carteiras de cigarro que possuo e irei marcar imediatamente uma sessão com um profissional para me ajudar.

Estas perguntas podem ajudá-lo a encontrar a solução e conquistar resultados em qualquer área da vida. Experimente.

Lembre sempre o seguinte:

“Se você ainda não alcançou o resultado que você deseja para sua vida é porque você ainda não fez a pergunta certa.”

Marlus M. Marconcin – Coach de Saúde
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Saindo da Zona de Conforto

12 05 2011

Vida profissional e saúde. Existe uma ligação entre estes dois contextos na vida de qualquer pessoa? O que fazer para evitar que uma perspectiva profissional negativa prejudique nossa vida como um todo?

Quando eu comecei minha carreira, no  início da década de 90, a medicina ainda era uma profissão almejada e segura. Naquela época, um recém formado fazia plantões noturnos e encontrava um emprego público para manter um ganho basal inicial, o tempo restante investia em seu consultório particular, local onde poderia desenvolver sua especialidade com dignidade e com tranquilidade. Com o passar do tempo a defasagem no valor das consultas obrigaram aos médicos a aumentar sua carga horária em plantões, não para ser um suporte no crescimento de sua carreira, mas por questão de sobrevivência. Os consultórios particulares começaram a esvaziar, as pessoas passaram a buscar o médico como uma espécie de ‘bombeiro’ para apagar os incêndios na sua saúde, deixando as consultas preventivas num segundo ou até terceiro plano. Como pediatra e com uma formação que sempre salientou a prevenção e a promoção da saúde, não estava muito feliz naquele momento e o futuro parecia um pouco nebuloso. Outra razão de tal escuridão foi também que eu vi colegas ao meu redor, muitos com vários anos de experiência a mais que eu, com curriculuns impecáveis, alguns até com título de mestrado, se sujeitando a trabalhar em serviços sem condições dignas de trabalho, desvalorizados e mau remunerados. O desânimo e a falta de perspectiva no futuro me levaram a uma obesidade mórbida que resultou numa obstrução de coronária que quase me matou.

A partir de um momento conclui: ’’A medicina não será a mesma que antes, é importante eu mesmo fazer algo e parar de esperar soluções da classe, de entidades. Eu sou o regente da minha vida’’.

Quando tais coisas acontecem, é sempre uma oportunidade para analisar sua formação e compreender a forma como exerce a sua profissão.

Ao pensar sobre esta mudança particular no mundo do trabalho, conclui que, para que eu pudesse conquistar uma tranqüilidade profissional, seria importante tomar as rédeas de minha vida  e não deixar que outros definissem as condições de meu trabalho. O mais importante numa carreira é ter a certeza que você poderá evoluir, ter a certeza da possibilidade de expandir suas habilidades, conhecimentos e consequentemente remuneração.

O problema é que evolução significa sair da “Zona de Conforto”.

O conforto é algo agradável quando as coisas estão indo bem. Mas a questão é: quanto tempo vai ficar assim? Num mundo em rápida evolução a sensação de conforto pode ser um perigo. Habilidades, capacidades e experiência são a garantia de sucesso na busca de oportunidades de trabalho. Mas as habilidades e capacidades não são coisas estáticas, mas dinâmicas. Num mundo em rápida evolução, é saudável que suas habilidades e competências mudem e de evoluam.  A aquisição de novas competências e desenvolvimento de novos talentos é um bem e uma necessidade.

É importante verificar de tempos em tempos, tanto na sua vida profissional como pessoal, onde você está, onde você estava e onde você quer chegar. Quando você vê que as coisas não mudam muito e que você ainda está no mesmo lugar, na mesma função, com a mesma remuneração, não enxergando nenhuma evolução no seu trabalho, provavelmente é hora de considerar partir para outro desafio.

Não faça isso apenas em sua vida profissional, mas também na sua vida pessoal, tenha hobbies, estabeleça metas para eles e persevere, a fim de alcançar seu objetivo. Em outras palavras, saia da zona de conforto e se aventure na zona de desconforto.

É interessante que este movimento para a zona de desconforto seja um processo contínuo. No início da minha carreira, eu pensava numa carreira de pediatra indo de casa para o hospital, do hospital para o consultório. Uma vida com poucos desafios. A água do meu aquário começou a ficar estagnada e a falsa estabilidade quase me matou. Hoje, como Coach de Saúde, não consigo me imaginar nesta vida estática. Busco novos desafios em todas as áreas da vida.

A minha experiência me fez chegar a algumas conclusões. Em cada evento negativo, você sempre pode aprender algo e encontrar oportunidades. É uma característica de um espírito empreendedor, é importante que você seja o empresário de sua própria vida. Mover-se para a zona de desconforto lhe dará outra oportunidade, irá contribuir para o seu auto-desenvolvimento e fortalecer o sua auto-estima. Mover-se para a sua zona de desconforto é apenas uma questão de hábito. Algo que percebi também é que quando encontramos uma estratégia eficiente num contexto de vida esta estratégia se distribui para os outros contextos incorporando em nós como um “modus operandi” generalizado.

Com isso, você vai sentir que a zona de desconforto não é tão desconfortável, muito pelo contrário é maravilhosa e nela encontramos as ferramentas que podem salvar a sua carreira e a sua vida, como salvou a minha.

Marlus M. Marconcin – Coach de Saúde
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Programas de Prevenção em Saúde – Erros comuns

27 04 2011

É um consenso geral que uma empresa que possui um Programa de Prevenção em Saúde tomou uma boa decisão de negócios. Este programa, não só pode ajudar seus funcionários a conquistarem uma vida saudável, como também ele pode economizar verdadeiras fortunas. Acontece que muitas empresas estão encontrando dificuldades para ter um programa interno de prevenção bem sucedido. Aqui estão algumas razões que os Programas de Prevenção em Saúde estão aquém das expectativas:

1. Falta de recursos. Financiamento adequado, o acesso aos recursos internos e de pessoal são importantíssimos para ajudar ao programa ter sucesso.

  • Financiamento – Os programas de prevenção de sucesso requerem um investimento em tempo, dinheiro, bem como dos recursos internos da empresa. Empresas acreditam neste investimento tem um retorno excepcional, após apenas dois a quatro anos. Estatísticas afirmam que há um ganho de 100 dólares para cada Dolar investido em prevenção.
  • Suporte  – Os funcionários precisam de orientação para compreender às exigências e o conteúdo do programa preventivo. Os funcionários podem não ter as habilidades e conhecimentos necessários para implementar, comunicar e gerenciar o programa no seu dia-a-dia. Uma estratégia de suporte de informações realizado por um especialista em prevenção, seja ele um diretor, gerente, médico do trabalho, psicólogo ou um coach de saúde pode implementar e administrar o programa – é um item valioso e irá assegurar que todos os aspectos do programa serão geridos de forma eficaz.

2. Falta de interesse. Para que qualquer programa para ter um impacto duradouro, é importante que os funcionários estejam motivados na melhoria da sua saúde. A participação dos trabalhadores pode ser realizada através da comunicação e educação. Quando as pessoas compreendem como o programa pode beneficiá-los, e envolvê-los , como parte do programa, então eles terão maior interesse em participar. É particularmente importante para identificar e engajar os funcionários de alto risco – aqueles que fumam, os obesos ou têm outros fatores de risco identificáveis. Os funcionários de alto risco irão custar a sua empresa 3-5 vezes mais do que a média dos trabalhadores, por isso é benéfico engajá-los num estilo de vida saudável.

3. Falta de um Envolvimento Global. Os funcionários serão muito mais propensos a participar do programa de prevenção se vêem o alto escalão participando ativamente dos mesmos programas e desafios saudáveis. Isso pode ser feito por conseguir o apoio de sua equipe de alta gerência, desde o início, identificando claramente o seu papel na promoção do programa.

4. A Falta de Planejamento. Talvez a sua empresa começou o programa de uma maneira estrondosa, mas com o passar do tempo o “barulho” foi diminuindo rapidamente e os funcionários deixaram de participar. Mudar comportamentos não acontece de um dia para o outro, o reforço dos conceitos e ações, a motivação permanente é necessária, isso inclui eventos de lazer, variar metodogias e dinâmicas de trabalhos, etc… Um plano de incentivo pode desempenhar um papel significativo no  nível de participação e de sucesso que você irá conseguir.

5. Informações em Excesso. A maioria das pessoas já ouviram o suficiente que fumar é prejudicial, os vegetais são bons, e que eles devem fazer mais exercício. Ter um site ou link de newsletter com essa informação pode ser útil, mas a realidade é que muitas pessoas não vão ter tempo para ler. É importante ter opções para as pessoas falarem com especialista sobre a implementação de mudanças em suas próprias vidas. O Coaching de Saúde dará condições às pessoas de exporem seus problemas de maneira individual e personalizada à sua situação específica.

Um programa de prevenção bem-sucedido exige um financiamento adequado e de recursos, de pessoal para ajudar a planejar e gerencia-lo, o apoio de lideranças empresariais e especialistas em medicina do trabalho, bem como a avaliação periódica para ter certeza que é continuar a atender seus objetivos específicos. Essas dicas são eficazes para as empresas, considerando bem-estar corporativo .

Marlus M. Marconcin – Coach de Saúde
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Obesidade – Preconceito

7 02 2011

Além dos problemas de saúde, aos quais as pessoas obesas estão sujeitas, existem os problemas sociais e profissionais resultantes do “Preconceito” em relação ao problema.

  • “Como ele pode ser competente se nem consegue parar de comer?”
  • “Como alguém pode administrar um negócio se não consegue administrar o seu peso.”
  • “Ele(a) não tem disciplina nos seus hábitos, como vai ter disciplina no trabalho.”
  • “Gordo é lerdo, preguiçoso, desajeitado não vai consegui fazer o serviço.”

Estas são apenas algumas frases comumente utilizadas e que refletem uma crença comum na atualidade. O resultado é claro, as oportunidades de trabalho e sucesso são reduzidas para os “gordinhos”.

Há algum tempo, em um programa de rádio ouvi um headhunter confessar que 90% de seus clientes náo querem obesos contratados. “Afinal, quem não cuida de si mesmo não cuidará a contento dos negócios da empresa.” Afirmou com certo grau de sarcasmo. Li em um artigo a seguinte história:

O PESO DA IMAGEM

“Por mais competente e elegante que fosse, eu sempre seria uma pessoa com 130 quilos”, diz o consultor de empresas familiares René Werner, de 52 anos, hoje com 75 quilos. No começo do ano passado, René fez uma cirurgia no estômago. Além de cuidar da saúde, ele constatou que um visual mais saudável iria render bons resultados no trabalho. “A aparência comprova a sua competência. O fato de corresponder à imagem esperada de um bom profissional ajuda a consolidar meus contatos com clientes”, afirma. A obesidade é um fator grave de desclassificação de candidatos. Todos os headhunters entrevistados disseram que há uma forte rejeição a obesos. Segundo eles, pessoas gordas passam a idéia de lentas, doentes e preguiçosas. E René sentiu a diferença assim que fez a cirurgia. “Um dos clientes viu uma foto em que eu ainda era gordo e disse que não me contrataria se eu tivesse aquele peso”, conta. René trabalha com empresas familiares e muitas vezes ajuda na seleção de candidatos. Sempre há uma preferência por profissionais que sejam elegantes e educados. “Competência é algo que se treina. Postura e boa educação, não”.

Postado em 30 de junho de 2010 ·por Profª. Rita Alonso

É obvio que uma pessoa obesa pode ter todas os atributos intelectuais e competência que qualquer pessoa “magra”. Agora a verdade deve ser dita, o desempenho físico do obeso vai deixar sempre a desejar. Seu sono não é efetivo, consequentemente vai trabalhar cansado e indisposto na maior parte do tempo. A agilidade é prejudicada. A probabilidade de um problema de saúde e faltas no trabalho sáo maiores.

A desvantagem competitiva é real.

A questão é o que fazer?

É muito difícil e desgastante para os obesos levantarem esta bandeira contra o preconceito. É algo muito grande, fora do controle. A melhor solução está ao alcance de cada individuo com obesidade. “Emagrecer”. Além de fazer um up-grade na sua carreira fará também na sua qualidade de vida.

No processo de Coach buscamos motivar a cada um no seu contexto particular de vida. O que leva a cada um a comer em demasia e acumular gordura?

Os diversos tratamentos e dietas tem seu valor e cada um tem sua particularidade e chance de sucesso. No processo de coach o coache consegue identificar o que realmente pode ajuda-lo efetivamente.

Se você está com este problema pense nisso… “Não haverá borboletas se a vida não passar por longas e silenciosas metamorfoses” (Rubem Alves)